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Gênesis é uma palavra que nos remete ao começo de tudo e à criação. Não à toa, Rashid escolheu o termo para dar nome ao seu novo single, com lançamento marcado para o dia 27 de março. O rapper evoca Racionais e Sabotage logo nos primeiros segundos da música para abrir os caminhos de uma letra que percorre por sua trajetória.

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“Gênesis” é a trilha sonora criada por Rashid para conectar com a HQ Soundtrack, lançada por ele e Guilherme Match em dezembro de 2023.

Assista abaixo:

“Desprendido da prerrogativa da crença, eu quis fazer uma metáfora com algo que todos nós tivemos contato em algum momento da vida e tentei traçar esse paralelo com a música rap, que foi o começo de tudo para mim. Vou citando os artistas que foram ajudando a formar o meu universo durante esses meus 36 anos”, comenta Rashid sobre a escolha do título da canção. “Tem uma certa ingenuidade nessa música que me remete ao começo de tudo, quando eu ainda contava moedas para pagar a condução de ida para as batalhas. E a volta a gente entregava nas mãos de Deus”, diverte-se.

Em “Gênesis”, um verso marcante indaga: “o que é que o som faz quando entra na mente da gente?”. Está aí a ponte entre a faixa e a história em quadrinhos Soundtrack, também de Rashid (em parceria com Guilherme Match). A HQ, que tem como protagonista o MC Mayk, traz uma metáfora para o efeito da música na mente do ser humano – solucionando a charada apresentada na canção.

Para envelopar esta trilha, o rapper contou com a produção musical de Duda Raupp. Eles partiram, juntos, da emoção que Rashid gostaria de explorar por meio do single para, em seguida, pensarem qual seria a direção sonora. Dessa forma, uma guitarra neo soul se tornou a protagonista de “Gênesis”, com uma bateria marcada e sopros que remetem a um soul mais clássico – um tipo de sonoridade muito explorada no rap e sem deixar de fora os scratches (dando um salve à importância dos DJs no cenário).

“‘Gênesis’ é a minha maneira de dizer o meu muito obrigado aos mestres que vieram antes, que me ensinaram que a arte é maior do que os padrões e limites impostos pela sociedade. E também um muito obrigada a todos as vezes que uma canção me salvou”, resume Rashid.

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