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Cantora refletiu sobre caso em documentário da Netflix: ‘Sou uma pessoa privilegiada branca e estou sujeita a essa estrutura escrota’

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Divulgação/Julia Rodrigues/NetflixLuísa Sonza
Luísa Sonza é tema de documentário da Netflix

A cantora Luísa Sonza deu um longo depoimento sobre o caso de racismo que se envolveu em 2018. Em série biográfica da Netflix, a artista revelou que se arrepende da atitude. “Eu confesso que em algum momento eu demorei a ter entendimento disso porque eu sou pessoa privilegiada branca e estou sujeita a essa estrutura b*sta e escrota. Tomei consciência de tudo, no sentido de me aliar à causa antirracista, entender minha responsabilidade como pessoa branca, buscar investir na causa antirracista. Abri um restaurante, invisto em vários projetos, incluo isso na minha vida e não divulgo. Tento ser o mais correta nesse lugar”, declarou. “É sobre assumir o erro e conscientizar as pessoas brancas que não levam isso a sério. Me arrependo muito”, continuou. Isabel Macedo de Jesus, que processou Luísa Sonza por racismo, estava a passeio em Fernando de Noronha quando, segundo ela, foi abordada pela gaúcha. Macedo diz que Sonza pediu para que ela lhe trouxesse um copo de água. O documentário “Se Eu Fosse Luísa Sonza” está disponível no Netflix desde o dia 13 de dezembro e detalha bastidores da carreira da artista.

 

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