Durval de Moraes, o Mão de Onça
Durval de Moraes, o Mão de Onça – Foto: Globo
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Morreu nesta última quarta-feira, 20 de dezembro, o lendário goleiro Durval de Moraes, mais conhecido mundialmente como Mão de Onça, aos 92 anos, em São Paulo. O ex-jogador estava internado em um hospital da capital, após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) e um infarto.

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Durval de Moraes, o popular Mão de Onça, ficou marcado na história do futebol mundial por sofrer o gol mais bonito entre os 1.281 marcados por Pelé, segundo o próprio Rei do Futebol. É válido destacar que, curiosamente, o ex-atleta parte quase um ano após o maior de todos os tempos falecer em 2022.

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De acordo com informações do portal ‘GE’, o lendário ex-goleiro será velado e enterrado nesta quinta-feira (21) em Itu, cidade onde viveu seus últimos anos. Durval era um homem religioso e muito apegado à família, ele deixa seis filhos.

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Em suma, Mão de Onça defendeu São Paulo, Atlético-MG, Juventus-SP, Primavera-SP e o Clube Atlético Ituano. O C.A.I. deu as cores rubro-negras ao rival da época, o Ituano Futebol Clube de hoje, que tinha o nome de Ferroviário Atlético Ituano na década de 60.

Mais sobre Mão de Onça, o Durval de Moraes

Em antiga entrevista ao portal ‘GE’, Durval comentou sobre o apelido que ganhou no futebol: “O apelido de Mão de Onça começou porque eu não gostava de encaixar a bola, encaixar no peito, eu achava melhor pegar a bola dando bote, segurando sem soltar. Ficava bonita fazer essa defesa, porque não podia me machucar. Comecei a praticar, fazer essas defesas para minha mão crescer. Ficava jogando a bola na parede e abria a mão, ela cresceu mesmo. Foi assim que tudo começou“, comentou ele, em 2020.

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