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Madonna pode voltar ao cinema, por meio de sua produtora Maverick Management. A empresa é responsável pela produção da música, filmes, televisão e livros da popstar.

Segundo a revista especializada “Premiere”, a companhia tem sido uma força importante na indústria do entretenimento.

Além de ter produzido os álbuns “Ray of Light” (1998), “Confessions on a Dance Floor” (2005) e “MDNA” (2012), a empresa também produziu os filmes “Evita” (1996), “A League of Their Own” (1992) e “W.E.” (2011).

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Madonna é a proprietária majoritária da Maverick, que também é administrada por seus parceiros de negócios, incluindo Guy Oseary, Nathan Rissman e Guy Gerber.

Longa-metragem

E agora a cantora está planejando fazer filmes novamente. Ela já atuou em seis filmes até o momento, o último dos quais foi “W.E.” em 2011.

Os filmes de Madonna foram sucessos comerciais e de crítica e lhe renderam prêmios, incluindo um Globo de Ouro de Melhor Atriz em Comédia ou Musical por “Evita” em 1997.

Madonna manifestou interesse em atuar novamente em filmes, depois de sua turnê “Celebration”.

“Adoro atuar e adoraria fazer isso de novo”, reconheceu a cantora à revista “Variety”.

Processo contra fãs

Madonna e sua equipe legal estão levando à sério o processo de dois fãs, que acusaram a popstar de começar um show com atraso de quase três horas.

Segundo a imprensa, a popstar e seus advogados vão com tudo ‘pra cima’ dos acusadores, para defender a cantora e evitar que um novo processo dessa natureza surja no meio do caminho novamente.

Os representantes legais de Madonna e da promotora da turnê Live Nation afirmaram que vão se defender “vigorosamente” contra essa ação judicial, após Michael Fellows e Jonathan Hadden iniciar o processo contra a cantora, a Live Nation e o Barclays Center de Nova York: “Pretendemos defender este caso com vigor”, avisaram os advogados.

A dupla, que afirma que o show foi anunciado para começar às 20h30, mas só começou às 22h30, pede indenização não especificada, alegando “propaganda enganosa, deturpação negligente e práticas comerciais injustas e enganosas”, acrescentando que “não teriam comprado os ingressos” se soubessem que o evento não terminaria antes da 1h.

“Os réus não avisaram os portadores de ingressos de que os shows começariam muito mais tarde do que o horário de início impresso no ingresso e conforme anunciado, o que resultou na espera dos portadores de ingressos por horas”, diz o processo, aberto no tribunal federal do Brooklyn.

A Rainha do Pop e a Live Nation emitiram uma declaração conjunta em resposta às reivindicações: “A Celebration Tour de 2023 da Madonna que acabou de ser concluída e esgotada na Europa recebeu ótimas críticas”, diz o documento. “Os shows abriram na América do Norte no Barclays no Brooklyn conforme planejado, com exceção de um problema técnico em 13 de dezembro durante a passagem de som. Isso causou um atraso que ficou bem documentado nas reportagens da imprensa da época. Pretendemos defender este caso vigorosamente.”

Fonte: O Fuxico

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